Entre 02 e 06 de maio, o 17º Congresso Mundial de Saúde Coletiva reuniu mais de 3 mil participantes em Roma para discutir temas centrais da saúde pública, como saúde planetária, determinantes sociais, lições da Covid-19, saúde mental, vacinação e força de trabalho em saúde. A delegação do ISC/UFBA teve atuação destacada no evento, com a participação de docentes, discentes e pesquisadores em plenárias, workshops e sessões coordenadas. O diretor do Instituto e presidente da WFPHA, Luis Eugenio de Souza, ressaltou o caráter internacional do congresso e seu papel na troca de conhecimentos entre diferentes países.
Pesquisadores do ISC apresentaram estudos que reforçam a relevância científica da instituição. A professora Marcele Paim discutiu o papel dos observatórios de saúde pública na disseminação de informações confiáveis durante a pandemia, enquanto Mariluce Souza abordou desafios enfrentados pelos serviços de saúde na proteção contra o Sars-Cov-2. O professor Marcio Natividade analisou desigualdades regionais no acesso a medicamentos do programa ‘Aqui Tem Farmácia Popular’, complementado pelo estudo de Samilly Miranda, que avaliou o impacto do programa na redução de hospitalizações e mortes por hipertensão e diabetes. Encerrando as contribuições, a professora Erika Aragão apresentou resultados sobre a efetividade das policlínicas regionais de saúde da Bahia, destacando melhorias no acesso e na redução de internações.